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Ronaldo Lemos mergulha na China para mostrar tecnologia e inovação “Expresso Futuro”
Segundo Nelson Mandela, ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, as pessoas “aprendem” a odiar. Em um mundo cada vez mais hiperconectado, a pergunta que fica é: e as máquinas podem aprender a ser racistas? Estamos caminhando para uma nova, e ainda mais assustadora, fase do racismo? Parece ficção científica, mas isso pode já estar acontecendo.
O cenário atual é de redes sociais reproduzindo livremente conteúdo de ódio, comunidades marginalizadas por plataformas de mobilidade urbana, tecnologias que não reconhecem pessoas de pele negra e banco de imagens que reforçam estereótipos. E pode ainda ficar pior quando a automação
Laowai, de Sônia Bridi, ganha nova edição
Segundo Nelson Mandela, ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, as pessoas “aprendem” a odiar. Em um mundo cada vez mais hiperconectado, a pergunta que fica é: e as máquinas podem aprender a ser racistas? Estamos caminhando para uma nova, e ainda mais assustadora, fase do racismo? Parece ficção científica, mas isso pode já estar acontecendo.
O cenário atual é de redes sociais reproduzindo livremente conteúdo de ódio, comunidades marginalizadas por plataformas de mobilidade urbana, tecnologias que não reconhecem pessoas de pele negra e banco de imagens que reforçam estereótipos. E pode ainda ficar pior quando a automação
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Segundo Nelson Mandela, ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, as pessoas “aprendem” a odiar. Em um mundo cada vez mais hiperconectado, a pergunta que fica é: e as máquinas podem aprender a ser racistas? Estamos caminhando para uma nova, e ainda mais assustadora, fase do racismo? Parece ficção científica, mas isso pode já estar acontecendo.
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Dona de Si #14
Segundo Nelson Mandela, ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, as pessoas “aprendem” a odiar. Em um mundo cada vez mais hiperconectado, a pergunta que fica é: e as máquinas podem aprender a ser racistas? Estamos caminhando para uma nova, e ainda mais assustadora, fase do racismo? Parece ficção científica, mas isso pode já estar acontecendo.
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Festival SXSW, no Texas, debate ideias criativas sobre tecnologia, saúde e diversidade
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Segundo Nelson Mandela, ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, as pessoas “aprendem” a odiar. Em um mundo cada vez mais hiperconectado, a pergunta que fica é: e as máquinas podem aprender a ser racistas? Estamos caminhando para uma nova, e ainda mais assustadora, fase do racismo? Parece ficção científica, mas isso pode já estar acontecendo.
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E se os computadores aprenderem a ser racistas?
Segundo Nelson Mandela, ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, as pessoas “aprendem” a odiar. Em um mundo cada vez mais hiperconectado, a pergunta que fica é: e as máquinas podem aprender a ser racistas? Estamos caminhando para uma nova, e ainda mais assustadora, fase do racismo? Parece ficção científica, mas isso pode já estar acontecendo.
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